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Anestesia para Separacao Cirurgica de Emergencia de Onfalopogos
Adriano Bechara de Souza Hobaika, Kleber Costa de Castro Pires, Vitto Bruce Salles Alves Fernandes
Rev Bras Anestesiol, 2010;60(3):313-317
JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: A taxa de mortalidade da cirurgia de separação de gêmeos unidos no período neonatal é de 50%, podendo chegar a
75% se ocorrer em situação de emergência. O planejamento da cirurgia de separação é meticuloso e envolve exames de imagem, avaliação da
circulação cruzada e até a realização de outros procedimentos cirúrgicos de preparação, como a expansão de pele.
Relato do caso: Gêmeas onfalópogas com 11 dias de vida foram separadas em caráter de emergência devido ao óbito da irmã por sepse associada
à cardiopatia. O fígado era um órgão comum e foi separado. A gêmea sobrevivente veio a óbito seis dias depois.
Conclusões: A separação no período neonatal deve ser evitada devido à imaturidade dos sistemas orgânicos dos pacientes. Contudo, situações
de emergência como esta podem impor a realização do procedimento.
UNITERMOS: ANESTESIA, Pediatrica; CIRURGIA, Pediatrica: gemeos onfalopogos
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